Como comecei a ganhar dinheiro com roupa de bebê sem loja e sem estoque

Como comecei a ganhar dinheiro com roupa de bebê sem loja e sem estoque

Comecei revendendo o que sobrou do enxoval da minha filha. Três dias depois, tinha vendido tudo. Duas semanas depois, tinha encontrado o fornecedor que ninguém fala abertamente. Hoje trabalho de casa, sem loja, sem funcionário e com uma margem que ainda me surpreende.

Quando minha filha nasceu, eu tinha uma caixinha de papelão debaixo da cama com uns 40 bodies, 12 macacões e um monte de peça que ela nunca nem chegou a usar. Minha sogra sempre falou que eu comprava demais. E ela tinha razão.

Só que um dia, mexendo nessa caixa com minha filha já quase com dois anos, eu olhei pra aquilo tudo com tag ainda, cheiroso, dobradinho, e pensei: isso aqui vale dinheiro.

Postei num grupo de mães do bairro. Vendi tudo em três dias.

Aí veio o pensamento que mudou tudo: e se eu comprasse pra revender?

Eu achava que revender roupa de bebê era coisa de quem tinha loja física, MEI na parede, nota fiscal e fornecedor com pedido mínimo de R$5.000. Fui pesquisar. E pesquisei errado por quase dois meses.

Entrei em contato com umas quatro fábricas que apareciam no Google. Todas pediam pedido mínimo alto, prazo de 30 dias, e nenhuma tinha foto boa dos produtos. Pra quem vende pelo Instagram, foto ruim é morte certa. Desisti. Voltei pra minha vida normal.

Então uma amiga me mandou um áudio de 3 minutos.

Ela não me mandou link. Não me mandou catálogo. Ela só falou: “Tá, mas você já tentou pelo lugar que eu te falei naquele dia no mercado?” Eu não lembrava de nenhum lugar. Mas a forma como ela falou, com aquela naturalidade de quem já resolveu o problema faz tempo, me fez perguntar de volta.

O que ela me contou naquele áudio eu não vou escrever aqui. Não porque seja segredo proibido, mas porque eu mesma demorei pra acreditar, e esse tipo de coisa precisa ser explicado com calma, do jeito certo, pra fazer sentido.

O que eu posso dizer é o seguinte: meu primeiro pedido custou menos do que eu gastava num mês no supermercado. Vendi tudo em menos de duas semanas. A margem que sobrou, e eu fiz conta três vezes porque não acreditei, foi maior do que meu salário de CLT na época.

Hoje eu não tenho loja. Não tenho estoque parado. Não tenho funcionária. Tenho um celular, uma conta no Instagram, no Mercado Livre, na Shopee e um fornecedor que a maioria das pessoas simplesmente não conhece porque ele trabalha basicamente por indicação.

Minha filha tem três anos agora. Eu ainda trabalho de casa. E a caixinha debaixo da cama virou outra coisa completamente diferente.

Por que estou contando isso aqui?

Toda semana aparece alguém no meu direct perguntando como eu faço. E eu fico sem jeito de responder mensagem por mensagem com a mesma explicação. Então resolvi escrever de uma vez.

Só que eu não coloco o nome do fornecedor em post aberto. Nunca coloquei. Não é frescura: é respeito por quem me indicou, e é o único jeito de manter a qualidade do atendimento pra quem chega por aqui.

Se você chegou até o final desse texto, provavelmente é o tipo de pessoa que eu teria prazer em ajudar. O caminho pra essa informação você encontra nessa página. Não é difícil. Mas precisa ser você que dá o passo.

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